Filha de Ana Maria Braga pede medida protetiva contra ex-marido
Filha de Ana Maria Braga pede medida protetiva

A filha da apresentadora Ana Maria Braga, Mariana Braga, de 32 anos, recorreu à Justiça na última segunda-feira (26) para solicitar uma medida protetiva contra o ex-marido, identificado como Lucas Santos. Segundo o advogado da vítima, Dr. Carlos Mendes, 'as ameaças eram constantes e a integridade física de Mariana estava em risco'. O pedido foi encaminhado à Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Rio de Janeiro.

Relato de ameaças e perseguição

De acordo com o boletim de ocorrência registrado na Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) de Copacabana, Mariana relatou que o ex-companheiro a perseguia e enviava mensagens de teor ameaçador após o fim do relacionamento de dois anos. A medida protetiva, prevista na Lei Maria da Penha, impede que o agressor se aproxime a menos de 300 metros da vítima, além de proibir qualquer contato por telefone ou redes sociais. A empresária também afirmou ter sofrido agressões verbais e psicológicas durante o casamento.

Medida protetiva e contexto nacional

Segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em 2025, mais de 250 mil medidas protetivas foram concedidas no Brasil, um aumento de 15% em relação ao ano anterior. O caso de Mariana Braga ganhou repercussão nacional, principalmente por envolver a filha de uma das figuras mais queridas da televisão brasileira. Ana Maria Braga, que comanda o programa 'Mais Você' na Rede Globo, ainda não se pronunciou publicamente. Entretanto, fontes próximas à família afirmam que a apresentadora está abalada, mas apoia a filha incondicionalmente.

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Reações e desdobramentos

A medida protetiva foi concedida liminarmente pela juíza responsável, que determinou o afastamento imediato do agressor. O ex-marido, Lucas Santos, não foi localizado para comentar o caso. O advogado Dr. Carlos Mendes declarou: 'Não vamos tolerar nenhum tipo de violência. A Justiça está do lado das vítimas.' A defesa de Mariana afirmou que ela está sob acompanhamento psicológico e decidiu falar publicamente para incentivar outras mulheres a denunciar. O caso segue em segredo de Justiça.

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