A escultura do índio Curumim, localizada na Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul do Rio de Janeiro, foi alvo de vandalismo novamente. Menos de dois meses após passar por um processo de restauração, a obra amanheceu com partes danificadas na manhã desta quarta-feira.
Detalhes do ataque
De acordo com a Prefeitura do Rio, a escultura teve a mão direita arrancada e sofreu avarias na base. O monumento, que é um dos símbolos do bairro, já havia sido restaurado em maio após ação similar. Desta vez, os vândalos agiram durante a madrugada, e a polícia investiga o caso.
Reação das autoridades
“É lamentável que mais uma vez tenhamos que lidar com esse tipo de ação. Vamos reforçar a segurança no local e estudar medidas para coibir novos ataques”, afirmou o secretário municipal de Conservação, em nota. A prefeitura informou que já está avaliando os danos para iniciar novo reparo.
O monumento, esculpido em concreto, representa um menino indígena e foi instalado na década de 1960. Nos últimos anos, tornou-se alvo frequente de vândalos, o que gerou indignação entre moradores e frequentadores da Lagoa.
Impacto na comunidade
Moradores da região se queixam da falta de vigilância. “A prefeitura precisa tomar providências. É uma obra de arte que faz parte da história do Rio”, disse a aposentada Maria da Silva, que passa pelo local diariamente. A associação de moradores do bairro já solicitou uma reunião com a Secretaria de Conservação para discutir soluções.
Até o momento, não há previsão para o início dos reparos, mas a prefeitura garante que a escultura será restaurada novamente. O custo estimado da restauração anterior foi de R$ 15 mil, e o novo conserto deve ter valor similar.



