O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o novo Air Force One, um jato de luxo doado pelo Catar, será 'maximizado' para incluir sistemas de defesa antimíssil. A declaração ocorreu após uma repórter apontar a falta de contramedidas defensivas na aeronave, que tem sido alvo de questionamentos sobre sua capacidade de proteger o presidente.
Questionamentos sobre segurança
O jato, utilizado recentemente por Trump, não possui as mesmas capacidades defensivas dos modelos mais antigos da frota presidencial. A ausência de sistemas como chamarizes e contramedidas eletrônicas motivou uma investigação sobre vazamento de informações relacionadas à segurança da aeronave. A Casa Branca não detalhou quais melhorias serão implementadas.
Resposta de Trump
Ao desembarcar do avião na Base Aérea de Ellsworth, em Dakota do Sul, Trump foi questionado por jornalistas. Em resposta, ele disse: 'Vamos maximizar esse avião. Ele terá as melhores defesas possíveis.' O presidente não especificou prazos ou custos das atualizações.
A doação do Catar, avaliada em milhões de dólares, gerou controvérsia desde o início, com críticos apontando possíveis conflitos de interesse. A falta de sistemas antimísseis padrão em aeronaves presidenciais aumentou as preocupações sobre a segurança de Trump durante viagens.
Impacto e próximos passos
Especialistas em segurança aérea destacam que a ausência de defesas antimíssil em um avião presidencial é incomum. 'O Air Force One tradicional é equipado com contramedidas avançadas para proteger contra mísseis terra-ar. A ausência disso no novo jato é uma falha grave', afirmou um analista de segurança, sob condição de anonimato. A investigação sobre o vazamento de informações sobre a falta de defesas está em andamento, e a Casa Branca prometeu transparência sobre as melhorias.



