Suspeito de latrocínio tenta sacar com dedos em decomposição na BA
Suspeito tenta sacar com dedos em decomposição na BA

Um dos suspeitos de envolvimento no latrocínio da professora aposentada Vivaldina de Jesus Bonfim, de 64 anos, cortou os dedos da vítima e sacou R$ 18 mil em uma agência bancária, mas não conseguiu realizar uma segunda retirada porque os dedos já estavam em avançado estado de decomposição, impedindo a autenticação biométrica. O crime ocorreu em Santa Rita de Cássia, no oeste da Bahia, e o corpo foi encontrado no dia 7 de junho.

Detalhes do crime

De acordo com a polícia, o suspeito Cristiano Machado de Oliveira cortou os dedos da vítima e os utilizou para realizar três saques em uma agência do Banco do Brasil em Serrinha, no nordeste do estado, totalizando R$ 18 mil. A conclusão foi obtida após a quebra do sigilo bancário da professora. O delegado Leonardo Mendes, responsável pelo caso, afirmou que o homem tentou fazer outro saque, mas não conseguiu devido ao estado de decomposição dos dedos.

Investigação e prisões

Quatro pessoas estão presas pelo latrocínio. Três foram detidas em 3 de julho e uma em 20 de junho. Dois homens foram encaminhados ao Centro de Detenção Provisória de Barreiras, e duas mulheres aguardam transferência para o Conjunto Penal Feminino de Jequié. O corpo de Vivaldina foi encontrado por familiares no banheiro de sua casa, enrolado em um lençol, com lesões na cabeça e nas costas. A polícia chegou ao primeiro suspeito após depoimentos e análises de câmeras de segurança; ele foi localizado em uma fazenda dois dias após fugir de uma tentativa de prisão.

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Posição do Banco do Brasil

O g1 entrou em contato com a assessoria de imprensa do Banco do Brasil, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

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