Preso no Leme suspeito de perseguir e ameaçar moradores com faca
Preso no Leme suspeito de perseguir e ameaçar moradores

Um homem foi preso nesta quarta-feira (23) suspeito de perseguir e ameaçar moradores do Leme, na Zona Sul do Rio. Segundo a Polícia Civil, Alexandre Guimarães Pacheco é investigado pelo crime de perseguição (stalking), previsto no artigo 147-A do Código Penal. A prisão foi realizada por agentes da 12ª DP (Copacabana), que investigavam denúncias de que o suspeito aterrorizava moradores do bairro havia um longo período.

Investigação aponta padrão de perseguição

De acordo com a investigação, Alexandre seguia vítimas pelas ruas, fazia ameaças de morte e adotava comportamentos intimidatórios que provocavam medo e insegurança entre os moradores da região. Segundo depoimentos colhidos pela polícia, o investigado costumava portar uma faca enquanto perseguia algumas vítimas. Há relatos de que ele ia até a frente dos prédios onde elas moravam, perguntava aos porteiros sobre seu paradeiro e dizia que pretendia matá-las.

Novas denúncias e riscos às vítimas

A Polícia Civil também apura denúncias de danos a veículos, agressões, intimidações contra moradores e até contra animais, além de outros episódios de violência atribuídos ao suspeito. Ainda segundo os investigadores, novas vítimas procuraram a delegacia nesta quarta-feira informando que Alexandre voltou a perseguir moradores armado com uma faca, o que reforçou, segundo a polícia, o risco à integridade física das vítimas. Durante a investigação, foram reunidos depoimentos, registros de ocorrência, imagens e outros elementos que, segundo a Polícia Civil, apontam para um padrão contínuo de perseguição contra diversas pessoas.

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Antecedentes criminais e apelo a novas vítimas

A polícia informou ainda que Alexandre Guimarães Pacheco possui anotações criminais por crimes como roubo, furto e porte de arma. As investigações continuam para identificar outras possíveis vítimas e esclarecer todos os crimes que possam ter sido praticados. A Polícia Civil orienta que pessoas que tenham sido vítimas ou testemunhas das ações do investigado procurem a 12ª DP (Copacabana) para prestar depoimento e contribuir com as investigações.

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