Pesquisadora alemã morta em queda de avião será cremada em Campo Grande
Pesquisadora alemã morta em queda de avião será cremada

A pesquisadora alemã Lydia Theresia Möcklinghoff, especialista em tamanduás-bandeira, será cremada nesta sexta-feira (17) em Campo Grande. Ela morreu em um acidente aéreo no dia 3 de julho de 2026, junto com o piloto Henrique Martin de Carvalho. As causas do acidente ainda são investigadas.

Cerimônia de despedida antes da cremação

Conforme a funerária Pró-Vida, antes da cremação será realizada uma cerimônia de despedida no período da tarde. O corpo de Lydia foi encaminhado ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol) após o acidente, onde permaneceu até o recebimento das orientações da família. O g1 entrou em contato com o consulado da Alemanha em Campo Grande para obter informações sobre a família, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem.

Relatório preliminar do Cenipa

No dia 9 de julho de 2026, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) divulgou um relatório preliminar que aponta perda de controle da aeronave durante o voo antes da queda. A principal hipótese investigada pela Polícia Civil é que a forte neblina registrada na manhã do acidente tenha provocado desorientação espacial no piloto, o que pode ter contribuído para a queda.

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Segundo o relatório, a aeronave decolou do Aeroporto Estância Santa Maria, em Campo Grande, com destino ao Aeródromo Fazenda Barranco Alto, em Aquidauana. A bordo estavam o piloto e uma passageira.

Troca de piloto no plano de voo

O plano de voo da aeronave indicava que o piloto seria Emerson Belaus, diretor da Amapil Táxi Aéreo. No entanto, quem conduzia o avião era Henrique Martin de Carvalho, de 42 anos. O delegado Alexandro Mendes, responsável pelo inquérito no Departamento de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (Dracco), informou que as primeiras testemunhas começaram a ser ouvidas. Segundo ele, o caso tramita sob sigilo e, por isso, novos detalhes não serão divulgados.

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