Um homem de 26 anos foi baleado por policiais militares na noite de sábado (25) em Elói Mendes (MG), após uma perseguição que começou na Avenida Ayrton Senna, no bairro São Cristóvão. De acordo com a Polícia Militar, o condutor desobedeceu a ordem de parada, dirigiu de forma perigosa e tentou atropelar os militares, sendo então atingido por disparos. Outros dois ocupantes do veículo, de 21 e 25 anos, também foram presos.
Detalhes da ocorrência
A ocorrência foi registrada por volta das 19h durante patrulhamento preventivo. Os policiais avistaram um carro ocupado por três homens conhecidos no meio policial e deram ordem de parada ao motorista, que fugiu, iniciando uma perseguição. Segundo a corporação, durante o acompanhamento, o condutor dirigiu de forma perigosa, trafegando pela contramão e realizando manobras que colocaram em risco pedestres, outros motoristas e os próprios policiais.
Tentativa de atropelamento e uso de força
Ainda segundo a PM, em diversos momentos, o motorista teria direcionado o carro contra as motocicletas da polícia e contra os militares, caracterizando tentativa de atropelamento. Diante da situação, os policiais efetuaram disparos de arma de fogo para conter a ação. O motorista foi atingido, recebeu os primeiros socorros ainda no local e, em seguida, foi atendido por uma médica que se apresentou espontaneamente para auxiliar na ocorrência. Ele foi levado ao Hospital de Elói Mendes e, posteriormente, transferido sob escolta para o Hospital Bom Pastor, em Varginha (MG).
Prisões e apreensões
Um dos passageiros tentou fugir a pé, mas foi localizado e preso. O terceiro ocupante também foi detido. Durante as diligências, os policiais apreenderam um tablete de maconha, um simulacro de pistola, dois aparelhos celulares e R$ 120. Os três envolvidos foram presos pelos crimes de tentativa de homicídio e tráfico de drogas e encaminhados à Delegacia de Polícia Civil.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que deverá ouvir testemunhas e analisar as circunstâncias da ação policial. A PM reforçou que a operação visava proteger a população e os próprios militares diante da conduta de alto risco do suspeito.



