Mulher esfaqueada ao tentar reatar relacionamento em Mutuípe
Mulher esfaqueada ao tentar reatar em Mutuípe

Uma mulher de 22 anos foi esfaqueada na tarde de domingo (2), na localidade de Massaranduba, zona rural de Mutuípe, no vale do Jiquiriçá. Segundo a Polícia Civil, o ataque ocorreu durante uma tentativa de reconciliação com o ex-companheiro, de 42 anos. A vítima e o suspeito mantiveram um relacionamento que durou mais de quatro anos e estavam separados há alguns meses, mas buscavam uma reaproximação.

O que aconteceu durante o ataque

De acordo com a polícia, os dois estavam juntos em uma residência na zona rural quando o homem viu uma mensagem no celular da mulher. Desconfiado de traição, ele teria ficado com raiva ao ler a mensagem, puxado a vítima pelos cabelos e a golpeado com uma faca diversas vezes. Mesmo ferida, a mulher conseguiu sair da casa e pedir ajuda.

Um familiar prestou socorro e a levou para o Hospital Municipal de Mutuípe. Em seguida, ela foi transferida para o Hospital Regional de Santo Antônio de Jesus (HRSAJ), onde passou por cirurgia. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre o estado de saúde da vítima.

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Investigação e buscas pelo suspeito

Após o ataque, o suspeito fugiu. A Polícia Civil realizou buscas na região, mas ele ainda não havia sido localizado. O caso é investigado como tentativa de feminicídio.

Este tipo de crime, previsto na legislação brasileira, é caracterizado pela violência contra a mulher por razões da condição de sexo feminino, incluindo violência doméstica e familiar. A tentativa de feminicídio é um agravante que pode aumentar a pena do agressor.

Contexto de violência doméstica

Casos de violência doméstica têm sido recorrentes na Bahia. Em outra ocorrência recente, uma mulher foi morta a facadas em zona rural no estado, e o companheiro foi preso em flagrante por feminicídio. Em outra situação, uma atendente de mercado foi morta a facadas enquanto trabalhava, e a companheira foi presa. Esses episódios reforçam a necessidade de denúncia e de políticas públicas de proteção à mulher.

A Polícia Civil orienta que vítimas de violência doméstica procurem ajuda imediatamente, ligando para o 190 (Polícia Militar) ou 180 (Central de Atendimento à Mulher). A denúncia pode ser anônima e é fundamental para prevenir tragédias como esta.

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