Instrutores de rope jump viram réus por homicídio com dolo eventual
Instrutores de rope jump viram réus por homicídio

Os instrutores responsáveis pelo salto de rope jump que resultou na morte de Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos, em Limeira, interior de São Paulo, vão responder por homicídio com dolo eventual. A delegada responsável pelo caso afirmou que os homens não adotaram o procedimento correto e não fiscalizaram o equipamento adequadamente.

O acidente

A jovem morreu ao pular da Ponte do Esqueleto, de aproximadamente 40 metros de altura, durante uma atividade de rope jump. O equipamento de segurança falhou, e ela caiu no vazio. A polícia concluiu que os instrutores agiram com negligência, assumindo o risco de causar a morte.

Pena prevista

O crime de homicídio com dolo eventual tem pena prevista de 6 a 30 anos de reclusão. A delegada destacou que a investigação apontou falhas graves na fiscalização dos equipamentos e na execução do salto.

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Repercussão

A prefeitura de Limeira criticou a omissão do governo federal na fiscalização de atividades radicais na região. O caso gerou comoção e reacendeu o debate sobre a segurança em esportes de aventura.

Os instrutores, que não tiveram os nomes divulgados, prestaram depoimento e negaram irregularidades. A Justiça de São Paulo analisará o pedido de prisão preventiva.

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