Foragida por homicídio em MT é presa em Uberlândia
Foragida por homicídio em MT presa em Uberlândia

Uma mulher investigada por homicídio em Primavera do Leste (MT) foi presa nesta quarta-feira (22) em Uberlândia, no Triângulo Mineiro. A prisão foi realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Minas Gerais (Ficco/MG), em parceria com a Polícia Federal.

Foragida da Justiça de Mato Grosso

Segundo a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais (Sejusp/MG), a mulher era considerada foragida da Justiça e teve a prisão preventiva cumprida por determinação da 1ª Vara Criminal da Comarca de Primavera do Leste. A suspeita foi localizada durante a operação 'Cerco Fechado', que integra forças de segurança de Minas Gerais e a Polícia Federal.

Detalhes do crime de 2020

De acordo com a investigação da Polícia Civil de Mato Grosso, a mulher é suspeita de participar do homicídio de uma vítima de 39 anos, em agosto de 2020. Conforme a apuração, a vítima foi atraída por um amigo até um ponto da cidade, onde embarcou em um veículo conduzido pela suspeita. A vítima foi levada até o local do crime e morta com um tiro na nuca.

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Ocultação do corpo e dificultação das investigações

Ainda segundo a investigação, a suspeita teria participado diretamente da execução, da ocultação do corpo e de ações para dificultar as investigações. Após o crime, o corpo foi transportado para uma área de mata, abandonado e coberto com cal para acelerar a decomposição e dificultar a identificação e a produção de provas. A mulher também teria limpado o veículo usado na ação e, posteriormente, vendido o automóvel. As investigações apontam ainda que ela teria enviado mensagens aos familiares da vítima para criar a falsa impressão de que ela ainda estava viva.

Prisão em Uberlândia

A localização da foragida foi possível após levantamentos de inteligência realizados pelas equipes da operação. Após a prisão, ela foi encaminhada à Polícia Civil para os procedimentos previstos em lei. O homicídio, ocorrido em 2020, teve grande repercussão estadual e nacional devido à violência empregada e às circunstâncias da ocultação do cadáver, segundo a Ficco/MG.

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