Método inovador trata melasma de dentro para fora e evita efeito rebote
Método inovador trata melasma de dentro para fora

O melasma é uma condição dermatológica que afeta cerca de 35% das mulheres no Brasil, caracterizada por manchas escuras na pele devido à superprodução de melanina. Embora as manchas apareçam na superfície, a origem do problema frequentemente está no organismo. Foi com essa premissa que surgiu o método Universidade do Melasma, uma abordagem inovadora que trata o paciente atuando nas causas internas e nas manifestações externas da doença.

O que é o melasma e por que ele afeta tantas mulheres?

O melasma é uma condição crônica da pele que se manifesta por manchas acastanhadas, principalmente no rosto. Os principais fatores desencadeantes incluem exposição solar, alterações hormonais, predisposição genética e uso de anticoncepcionais. Apesar de não representar risco à saúde física, o impacto emocional é significativo, com muitas pacientes relatando queda da autoestima.

Métodos tradicionais de tratamento, como lasers agressivos, peelings profundos e ácidos fortes, podem trazer resultados temporários e, em alguns casos, provocar efeitos colaterais como irritações e lesões cutâneas. Em situações extremas, algumas pessoas recorrem ao peeling de fenol, um procedimento altamente agressivo, muitas vezes sem alcançar o resultado esperado.

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Universidade do Melasma: tratamento de dentro para fora

Foi diante dessa realidade que surgiu o método Universidade do Melasma, que apresenta uma abordagem completa e integrada. Segundo os especialistas envolvidos no protocolo, tratar apenas a superfície da pele não é suficiente. “O melasma é uma condição multifatorial. Não adianta tratar somente a pele se as causas internas não forem controladas. O método da Universidade do Melasma atua justamente nessa lógica: tratar o paciente de dentro para fora e de fora para dentro”, explica a farmacêutica Dra. Karina Botaro, responsável técnica pelo protocolo.

O grande diferencial do método está na combinação de estratégias que atuam simultaneamente no organismo e na pele. Essa abordagem integrada permite controlar o melasma e evitar o chamado efeito rebote, que ocorre quando a pele se torna dependente de substâncias despigmentantes e, ao interromper o uso, as manchas retornam de forma mais intensa.

Origem do melasma: o papel dos ovários e do fígado

Embora o melasma se manifeste na pele, suas causas frequentemente estão relacionadas a fatores internos, especialmente alterações hormonais e metabólicas. Os ovários, ao produzirem estrogênio e progesterona, podem estimular os melanócitos (células produtoras de melanina) quando há desequilíbrios hormonais, levando à produção excessiva de pigmento. Já o fígado, responsável pelo metabolismo hormonal e desintoxicação, quando sobrecarregado pode dificultar a eliminação de hormônios como o estrogênio, contribuindo para o agravamento do melasma.

Por esses motivos, o melasma é considerado uma condição multifatorial, envolvendo alterações hormonais, predisposição genética, exposição solar, luz visível, inflamações internas, funcionamento hepático e equilíbrio metabólico.

Depoimentos de pacientes

Paula Viera relata que convivia com melasma há anos e já havia tentado diversos tratamentos sem sucesso duradouro. “Eu já tinha feito vários tratamentos, inclusive com ácidos e procedimentos estéticos, mas as manchas sempre voltavam. Quando comecei o método da Universidade do Melasma percebi que era diferente, porque ele trata a causa do problema. Com o passar dos meses, minha pele começou a clarear e hoje consigo controlar o melasma sem aquele medo constante do efeito rebote.”

Ana Carolina Mendonça destaca o impacto na autoestima: “Eu evitava sair sem maquiagem. O melasma me incomodava muito, principalmente nas fotos e no dia a dia. Depois que iniciei o tratamento da Universidade do Melasma percebi uma melhora rápida e muito consistente. Hoje minha pele está muito mais uniforme e minha autoestima mudou completamente.”

Marcela Borges complementa: “Eu já tinha feito outros tratamentos que prometiam clarear o melasma, mas depois de um tempo as manchas voltavam até mais fortes. No protocolo da Universidade do Melasma senti que o tratamento era mais completo. Ele não trata só a pele, mas também o organismo. Hoje minhas manchas estão controladas e consigo manter os resultados.”

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Fotoproteção e prevenção

Especialistas destacam que o ponto de partida para qualquer tratamento de melasma é a fotoproteção adequada. Pacientes devem utilizar protetores solares de amplo espectro, capazes de bloquear os raios UVA e UVB, além de reaplicá-los ao longo do dia. Como o melasma também pode ser estimulado pela luz visível, emitida por telas e lâmpadas, recomenda-se o uso de filtros físicos associados aos protetores solares tradicionais, além de acessórios como chapéus, óculos escuros e roupas com proteção UV.

Perguntas frequentes sobre melasma

O melasma é uma condição crônica, mas pode ser controlado de forma eficaz. O método da Universidade do Melasma foi desenvolvido exatamente para controlar as manchas por longos períodos, clarear a pele e evitar o efeito rebote. A Biomagistral, maior rede de farmácias de manipulação do mundo, com mais de 270 unidades no Brasil, é responsável pelo protocolo, oferecendo medicamentos personalizados e tecnologia avançada.