O Departamento de Justiça dos Estados Unidos publicou e depois removeu dezenas de imagens de jovens nuas, algumas possivelmente menores de idade, nos arquivos do caso do agressor sexual Jeffrey Epstein. As fotos, que mostravam rostos visíveis, estavam entre mais de três milhões de páginas divulgadas na última sexta-feira (30).
Após alerta do jornal The New York Times, que encontrou quase 40 imagens não editadas, o Departamento de Justiça retirou o conteúdo do ar. Uma porta-voz afirmou que o órgão trabalha para ocultar informações pessoais e imagens de natureza sexual, conforme a lei, e que os documentos serão republicados após as devidas correções.
Os arquivos incluem fotos de Epstein e outras personalidades ao lado de mulheres aparentemente jovens. Uma das imagens mostra o então príncipe Andrew, irmão do rei Charles III, ajoelhado ao lado de uma mulher.
O vice-procurador-geral, Todd Blanche, anunciou que a divulgação marca o fim do processo de revisão, negando interferência do presidente Donald Trump. A liberação começou em dezembro, com prazo até 19 de janeiro, mas não foi cumprido integralmente.



