A Justiça determinou o bloqueio de R$ 17 milhões das contas bancárias dos proprietários do lixão que desmoronou em Padre Bernardo, Goiás. O deslizamento de resíduos causou danos ambientais significativos, atingindo áreas de preservação e contaminando um rio da região.
A empresa responsável pelo lixão operava sem licença ambiental, conforme apurado pelas autoridades. Após o incidente, os donos apresentaram um plano de emergência para a recuperação da área degradada, mas a medida judicial visa garantir recursos para reparar os estragos.
O desmoronamento liberou centenas de toneladas de lixo, que se espalharam por zonas de proteção ambiental. A contaminação do rio afetou o ecossistema local e gerou preocupação entre moradores e órgãos ambientais.



