O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou o afastamento do administrador judicial da massa falida do Banco Santos. A decisão, do ministro Marco Buzzi, acolheu pedido do Ministério Público Federal (MPF), que apontou irregularidades na gestão.
Motivos do afastamento
Segundo o MPF, o administrador judicial descumpriu ordens judiciais e não prestou contas adequadamente. Além disso, teria praticado atos que prejudicaram os credores e a própria massa falida.
O Banco Santos foi liquidado em 2004, após escândalo de fraudes contábeis. A massa falida ainda administra ativos e passivos da instituição.
Reações e próximos passos
A decisão do STJ é vista como um passo para dar mais transparência ao processo de falência. O MPF comemorou a medida, afirmando que "o afastamento era necessário para garantir a correta administração dos bens".
O administrador afastado pode recorrer da decisão. Enquanto isso, o juízo da falência deve nomear um novo administrador judicial.



