Pela primeira vez, Jairo Santos de Souza, conhecido como Jairinho, narrou em detalhes a madrugada da morte do enteado Henry Borel, ocorrida em março, e negou veementemente qualquer agressão. Em depoimento no 2º Tribunal do Júri da Capital, o ex-vereador reconstruiu os momentos que antecederam a ida do menino ao hospital, afirmando que Henry acordou três vezes durante a noite chamando pela mãe.
Jairinho questiona tese da acusação
Jairinho questionou a tese da acusação de que o garoto apresentava sinais de violência. “Como os médicos não perceberiam nada?”, indagou, referindo-se aos profissionais que atenderam Henry. Ele defendeu sua inocência, alegando que foi acusado injustamente e que pessoas próximas sabem que não cometeu os crimes imputados.
Reconstrução da madrugada
Segundo o réu, Henry acordou três vezes durante a noite buscando a mãe, Monique Medeiros. Jairinho afirmou que não houve qualquer briga ou agressão, e que o menino estava bem até o momento em que foi levado ao hospital. Ele também criticou a narrativa da acusação, que aponta para um histórico de violência contra a criança.
- Jairinho nega agressões a Henry Borel
- Defende inocência em tribunal
- Questiona falta de percepção de médicos e familiares
O depoimento ocorreu em meio a um julgamento que atrai grande atenção da mídia e da opinião pública. A defesa de Jairinho busca demonstrar que não há provas concretas das agressões, enquanto a acusação sustenta a tese de que o menino foi vítima de violência doméstica.



