Ex-companheiras de Jairinho veem condenação como reconhecimento de denúncias
Ex-companheiras de Jairinho celebram condenação por morte de Henry

A condenação de Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, a mais de 43 anos de prisão pela morte do menino Henry Borel foi recebida com alívio e emoção por ex-companheiras que testemunharam sobre episódios de violência. Débora Saraiva e Natasha Oliveira, ex-namoradas do condenado, afirmam que a sentença representa um reconhecimento tardio de denúncias que permaneceram silenciadas por anos.

Alívio e sensação de justiça

As testemunhas ouvidas durante o julgamento relataram que a decisão judicial traz uma resposta aos relatos de agressões que envolviam seus filhos e a elas mesmas. Débora Saraiva declarou: 'Vai ter justiça ainda'. Natasha Oliveira também expressou alívio, mas admitiu medo das possíveis consequências após a sentença.

Denúncias silenciadas

Durante anos, as ex-companheiras de Jairinho tentaram denunciar os abusos, mas não foram ouvidas. A condenação é vista como uma reparação histórica. 'É o reconhecimento de que não estávamos mentindo', disse uma das testemunhas.

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O julgamento, que durou várias semanas, culminou na pena de 43 anos, 8 meses e 10 dias de reclusão para Jairinho, além da perda do cargo público. A defesa anunciou que recorrerá da decisão.

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