Homem condenado a 53 anos por chacina em confraternização na Bahia
Condenado a 53 anos por matar um e ferir dois na Bahia

O Tribunal do Júri de Ipirá, município localizado a 94 km de Feira de Santana, condenou, na última semana, Aelson Nunes Laranjeira a 53 anos e dois meses de prisão. Ele foi considerado culpado pelo homicídio de Adailton Santana do Amor Divino e pelas tentativas de homicídio de Ecton Custódio Araújo e Valter Soares Alves, crimes ocorridos durante uma confraternização em Baixa Grande, em maio de 2014.

Detalhes do crime e da condenação

De acordo com o Ministério Público da Bahia, o julgamento foi realizado em 30 de julho. A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado. As investigações apontaram que as três vítimas estavam reunidas em um passeio público quando uma motocicleta se aproximou. Um suspeito conduzia o veículo, enquanto Aelson, na garupa, efetuou diversos disparos.

O alvo dos tiros era Ecton Custódio Araújo, conforme identificou a investigação. No entanto, Adailton Santana do Amor Divino foi atingido e morreu no local. Valter Soares Alves também foi baleado, mas sobreviveu.

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Motivação e acusação

A acusação foi sustentada no Tribunal do Júri pelo promotor de Justiça Audo Rodrigues. Para o Ministério Público, o crime foi motivado por desavenças anteriores entre o condenado e uma das vítimas.

O caso gerou comoção na região, e a sentença foi recebida como uma resposta da Justiça à violência que marcou o episódio. A condenação de 53 anos e dois meses reflete a gravidade das ações de Aelson, que, em um único ato, tirou a vida de uma pessoa e tentou contra a vida de outras duas.

Contexto e repercussão

Crimes como esse reforçam a importância do trabalho do Tribunal do Júri, que analisa casos de crimes dolosos contra a vida. A atuação do Ministério Público e da Polícia Civil foi fundamental para a elucidação dos fatos e a responsabilização do acusado.

O g1 Feira de Santana e região acompanhou o caso e destaca a relevância da decisão para a comunidade de Baixa Grande e cidades vizinhas, como Ipirá, que sediou o julgamento.

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