Arquiteto da obra na mansão de Poze do Rodo cobra mais de R$ 200 mil na Justiça
Arquiteto cobra R$ 200 mil de Poze do Rodo na Justiça

O arquiteto responsável pela reforma da mansão do cantor Poze do Rodo, um dos nomes de destaque do funk carioca, ingressou na Justiça com uma ação cobrando mais de R$ 200 mil referentes a serviços prestados e não pagos. A informação foi divulgada pelo colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo.

Detalhes da ação

Segundo o processo, o profissional alega que realizou o projeto arquitetônico e acompanhou a execução das obras na residência do artista, localizada em um condomínio de luxo na Zona Oeste do Rio de Janeiro. O valor cobrado inclui honorários pelo trabalho de concepção, gerenciamento e visitas técnicas ao longo do período de construção.

O arquiteto afirma que tentou um acordo extrajudicial diversas vezes, mas não obteve sucesso. Diante da recusa do cantor em pagar o montante devido, a via judicial foi a alternativa encontrada para garantir o recebimento.

Banner largo do Pickt — app de listas de compras colaborativas para Telegram

Resposta do cantor

Procurado pela reportagem, Poze do Rodo não se manifestou oficialmente sobre o caso. Seus representantes legais informaram que estão analisando a documentação e que o cantor pretende apresentar sua versão nos autos do processo.

O caso corre em segredo de Justiça, mas fontes próximas ao cantor indicam que ele contesta o valor cobrado e alega que parte do serviço não foi concluída a contento. A briga judicial promete movimentar os bastidores do funk e do mercado imobiliário de luxo no Rio.

Impacto na carreira

Poze do Rodo, que ganhou fama com hits como "Mansão" e "Vida Louca", construiu uma imagem de ostentação e sucesso. A mansão, objeto da disputa, era frequentemente exibida em suas redes sociais, com piscina, academia e decoração sofisticada.

Especialistas em direito imobiliário apontam que ações como essa são comuns em obras de alto padrão, onde contratos verbais ou mal detalhados geram conflitos. A recomendação é que tanto contratantes quanto contratados formalizem acordos por escrito para evitar desgastes.

Ainda não há data para audiência de conciliação ou julgamento. Enquanto isso, o arquiteto segue aguardando o desfecho na esperança de receber o que considera justo pelo trabalho realizado.

Banner pós-artigo do Pickt — app de listas de compras colaborativas com ilustração familiar