Uma adutora se rompeu na manhã desta segunda-feira (20) na Avenida Dona Belmira Marin, altura do número 3950, no Grajaú, Zona Sul de São Paulo. Segundo relatos de moradores, o rompimento ocorreu durante uma obra realizada pela Sabesp na região. Imagens enviadas ao g1 mostram grande quantidade de água saindo da via.
Impacto e medidas
Ainda não há informações oficiais sobre danos causados pelo vazamento ou se houve impacto no abastecimento dos imóveis próximos. A Sabesp foi acionada para informar as causas do rompimento, as medidas tomadas e a previsão para conclusão dos reparos.
Outros incidentes recentes envolvendo a Sabesp
Moradores de São Mateus, na Zona Leste de SP, relatam falta de água desde sábado (18). O problema atingiu ruas como Amor-Perfeito, Flor de Liz, Açucena, Camélia e Copo-de-Leite. Eles afirmam que receberam informações de que a interrupção teria sido causada por um suposto ato de vandalismo na rede de distribuição. A Sabesp foi acionada para esclarecer e informar previsão de normalização.
Em Americanópolis, Zona Sul de São Paulo, moradores ficaram dias sem água após um vazamento de grande porte na rede de abastecimento. Segundo a Sabesp, o problema foi causado por um vazamento não visível identificado na Vila Clara, que atingiu uma rede instalada próxima a um córrego. A companhia realizou reparos e utilizou caminhões-pipa para atender os moradores durante a interrupção.
Cratera em Osasco e explosão no Jaguaré
Em Osasco, na Grande São Paulo, uma cratera se abriu durante obra da Sabesp na Rua Cuiabá, no bairro Rochdale. Após uma madrugada de trabalhos, a companhia concluiu a primeira etapa dos reparos e fechou a cratera. Segundo a Sabesp, uma movimentação de solo provocou trincas e rachaduras em três imóveis próximos ao canteiro de obras. A Defesa Civil informou que as residências foram interditadas por risco estrutural. Ao todo, nove pessoas ficaram desabrigadas, entre elas duas crianças. A Sabesp afirmou que prestaria assistência às famílias e realizaria os reparos necessários.
No Jaguaré, Zona Oeste de São Paulo, obras da Sabesp provocaram uma explosão que deixou dois mortos, dezenas de imóveis danificados e transformou a rotina do bairro em um 'cenário de guerra', segundo vizinhos. As vítimas foram o vigilante Alex Sandro Nunes, que morreu no local, e Francisco Albino, de 62 anos, que descansava em casa e morreu dias depois. Um balanço da Defesa Civil apontou que 16 residências foram condenadas, sem possibilidade de permanência dos moradores. Outras 22 tiveram interdição parcial e precisarão de reformas. Já 99 imóveis foram liberados após vistorias técnicas.



