Um empresário viralizou nas redes sociais após gravar um vídeo dentro de um carro submerso em uma lagoa de Paracuru, no litoral do Ceará. Em meio ao 'perrengue', ele questionou como fazia para chegar ao município. 'Como faço para chegar no Paracuru?', perguntou o empresário Daniel Studart Figueiredo, com a água já chegando no pescoço.
Vídeo viraliza e diverte internautas
As imagens, compartilhadas na rede social do empresário e replicadas por diversos perfis, acumulam quase 300 mil visualizações e milhares de comentários de pessoas que se divertiram com a cena, gravada na última segunda-feira (1º). Segundo Daniel Studart, apesar de estar dentro da caminhonete, o veículo não pertence a ele, mas sim a outro homem que passava pela região, atolou na beira do rio e teve o automóvel encoberto pela maré cheia.
O que aconteceu
Daniel Studart estava passando pelo local quando viu a caminhonete submersa e gravou a brincadeira com os amigos. 'Quando saí de uma obra que estou fazendo na região, vim pela praia e vi um senhor sozinho dirigindo. Como a maré estava seca, ele foi pela beira do rio, atolou, foi tentar dar uma ré e atolou mais ainda. A maré veio enchendo e a água chegou naquela altura', explicou o empresário.
Enquanto aguardava a chegada do resgate, ele resolveu fazer a brincadeira, que foi filmada pelos amigos. A caminhonete só foi retirada da água horas depois, com a ajuda de uma retroescavadeira, que rebocou o veículo.
Repercussão nas redes
O vídeo rapidamente se espalhou pelas redes sociais, gerando milhares de reações e comentários bem-humorados. Muitos internautas se identificaram com a situação inusitada e elogiaram o bom humor do empresário diante do aperto.
- Quase 300 mil visualizações
- Milhares de comentários
- Replicado por diversos perfis
Resgate do veículo
A caminhonete ficou submersa por algumas horas até que uma retroescavadeira conseguisse retirá-la da água. O veículo foi rebocado sem danos maiores, segundo informações do empresário.
O caso serve de alerta para motoristas que trafegam pela região durante a maré cheia, reforçando a importância de evitar áreas alagadas e respeitar os sinais da natureza.



