Durigan rejeita risco de 'all in' fiscal do governo Lula no ano eleitoral
O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, rejeitou o risco de um 'all in' fiscal do governo Lula no ano eleitoral, afirmando que a equipe econômica está comprometida em melhorar o superávit 'custe o que custar'. A declaração foi feita durante a Expert XP 2026, em meio a preocupações do mercado sobre a disciplina fiscal.
Promessa de superávit 'custe o que custar'
Durigan destacou que o governo não irá se desviar do caminho do ajuste fiscal, mesmo com as pressões políticas típicas de um ano eleitoral. Segundo ele, a meta é clara: 'Vamos melhorar o superávit custe o que custar'. A fala busca acalmar investidores que temem um afrouxamento fiscal para impulsionar a reeleição.
Impacto no mercado
O mercado reagiu com cautela, mas analistas veem a declaração como um sinal positivo. No entanto, o JPMorgan alertou que o alívio no fluxo estrangeiro para a Bolsa brasileira não vai durar, enquanto a Vanguard sugere que a renda fixa precisa ser reavaliada. A CVM também observa 'caixinhas' se dissolvendo no mercado.



