O Hospital Israelita Albert Einstein completa 25 anos de atuação no Sistema Único de Saúde (SUS), com 34 unidades sob sua gestão e projetos que ampliam o acesso a uma assistência de qualidade. A trajetória da organização no sistema público tem contribuído para a transformação da saúde no Brasil.
Parcerias e expansão
Durante esses 25 anos, o Einstein estabeleceu parcerias com governos estaduais e municipais, além de ministérios, para levar atendimento de excelência a populações que antes tinham acesso limitado. As 34 unidades gerenciadas incluem hospitais, prontos-socorros e unidades básicas de saúde, espalhadas por diversas regiões do país.
Entre os projetos de destaque está a gestão de unidades na Amazônia e em comunidades indígenas. A secretária de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Lucinha Tremembé, ressaltou a importância da parceria: "O Einstein tem nos ajudado a levar atendimento de qualidade a populações que historicamente foram desassistidas".
Inovação e tecnologia
A organização investe em inovação e tecnologia para melhorar a eficiência dos serviços. Felipe Piza, representante do Einstein, afirmou que "a tecnologia é uma aliada para ampliar o acesso e reduzir desigualdades". Exemplos incluem prontuários eletrônicos e telemedicina, que permitem consultas a distância em regiões remotas.
A diretora do DECOOP do Ministério da Saúde, Aline de Oliveira da Costa, destacou o impacto dos projetos: "O Einstein trouxe uma nova perspectiva de gestão para o SUS, com foco em resultados e qualidade".
Resultados e reconhecimento
Com 25 anos de atuação, o Einstein no SUS já beneficiou milhões de pessoas. A organização é reconhecida por reduzir filas de espera e melhorar indicadores de saúde, como a redução da mortalidade infantil em áreas atendidas. Fernanda Pahim, também do Einstein, comentou: "Nosso objetivo é continuar expandindo e inovando para que cada vez mais brasileiros tenham acesso a uma saúde digna".
A trajetória do Einstein no SUS serve de modelo para outras iniciativas público-privadas, mostrando que a colaboração entre setores pode transformar a realidade da saúde pública no Brasil.



