O Partido dos Trabalhadores de Minas Gerais enfrenta um impasse interno: lançar candidatura própria ao governo do estado ou formar aliança com partidos de centro. A indefinição ocorre após a desistência de Rodrigo Pacheco e o desinteresse de Alexandre Kalil em concorrer.
Divisão interna no PT-MG
Setores do diretório estadual defendem um nome da sigla, como Reginaldo Lopes ou Sandra Goulart. No entanto, a pré-candidata ao Senado, Marília Campos, tenta aproximar o comando nacional do partido com Gabriel Azevedo, do MDB.
Influência de Pimentel
A gestão de Fernando Pimentel ainda repercute no partido, influenciando as decisões estratégicas. O cenário permanece aberto, com negociações em andamento.
A definição deve ocorrer nos próximos meses, conforme as convenções partidárias se aproximam.



