A Polícia Federal deu início a uma operação de segurança voltada aos candidatos à Presidência da República, com um orçamento de R$ 95 milhões destinado a proteger até dez candidaturas simultâneas. A medida foi anunciada em meio a um cenário de tensão política e ameaças.
Renan Santos antecipa convenção por ameaças de facções
O pré-candidato Renan Santos, do partido Missão, realizou sua convenção de forma online na manhã desta segunda-feira, justificando a antecipação do evento por alegar ser alvo de ameaças de facções criminosas. A decisão foi tomada para garantir a segurança do candidato e de sua equipe.
Flávio Bolsonaro recusa escolta da PF
Por outro lado, Flávio Bolsonaro, do PL, negou a escolta oferecida pela PF. Ele declarou desconfiança em relação ao diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues, e optou por não utilizar o serviço de proteção.
Detalhes da operação de segurança
A PF preparou 458 servidores para atuar na operação, que inclui medidas como escolta, análise de inteligência e proteção de locais de campanha. A corporação garantiu tratamento isonômico a todos os candidatos, independentemente de aceitarem ou não a escolta.
De acordo com a PF, o investimento de R$ 95 milhões visa assegurar a integridade dos presidenciáveis durante o período eleitoral, em um contexto de crescentes desafios de segurança pública.



