O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ampliou sua vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial, de acordo com as mais recentes pesquisas de intenção de voto. O agregador Rali, desenvolvido pelo GLOBO em parceria com o Instituto Locomotiva, aponta que Lula possui 45% das intenções de voto no segundo turno, enquanto Flávio Bolsonaro registra 40,6%. A diferença de 4,4 pontos percentuais reflete uma tendência de crescimento para o atual presidente e uma queda para o pré-candidato do PL, especialmente após as revelações envolvendo o Banco Master.
Impacto do caso Master nas intenções de voto
O caso Master, que veio à tona nas últimas semanas, parece ter influenciado negativamente a candidatura de Flávio Bolsonaro. As pesquisas realizadas após as denúncias mostram uma redução no apoio ao senador, enquanto Lula se mantém estável ou em leve ascensão. O agregador Rali compila dados das rodadas mais recentes de levantamentos de institutos como Datafolha, Genial/Quaest e Meio/Ideia, oferecendo uma análise integrada do cenário político.
Detalhamento dos números
De acordo com o Rali, Lula aparece com 45% das intenções de voto, contra 40,6% de Flávio Bolsonaro. Os votos brancos e nulos somam 8%, enquanto 6,4% dos eleitores ainda estão indecisos. A vantagem de Lula é mais expressiva nas regiões Nordeste e Sudeste, enquanto Flávio tem melhor desempenho no Sul e Centro-Oeste. No entanto, a diferença geral indica uma tendência favorável ao petista.
Metodologia do agregador
O Rali é uma ferramenta que consolida resultados de pesquisas nacionais, ponderando-os de acordo com a data de realização e o tamanho da amostra. Isso permite uma visão mais precisa e atualizada do cenário eleitoral. As pesquisas incluídas neste levantamento foram realizadas entre os dias 1º e 8 de junho de 2026, com margem de erro de 2 a 3 pontos percentuais.
Reações dos candidatos
A campanha de Lula comemorou os números, destacando a confiança do eleitorado em sua gestão. Já a equipe de Flávio Bolsonaro minimizou os resultados, atribuindo a queda a um momento passageiro e afirmando que o senador ainda tem potencial de recuperação até as eleições. O caso Master, no entanto, continua gerando repercussões e pode impactar ainda mais a corrida eleitoral.



