Em uma live realizada no canal de Eduardo Bolsonaro no YouTube, Daniella Marques, cotada para ser vice na chapa de Flávio Bolsonaro nas eleições de 2026, declarou que 'mulher de direita não é submissa' e negou que o programa de acesso a celulares em estudo na pré-campanha envolva distribuição em massa de aparelhos.
Declarações sobre o papel da mulher na política
Durante a transmissão, Daniella Marques rebateu a percepção, que segundo ela é difundida pelo PT, de que mulheres de direita seriam submissas. 'A mulher de direita não é submissa. Ela tem voz, tem vez e tem propostas', afirmou. A fala foi acompanhada de acenos ao eleitorado feminino, com destaque para políticas voltadas às mulheres, como a concessão de vouchers para creches.
Esclarecimentos sobre o programa de celulares
Daniella também esclareceu o programa de acesso a celulares que vem sendo estudado na pré-campanha. Segundo ela, a proposta foi mal interpretada: não se trata de distribuição em massa de aparelhos, mas sim de bônus de dados e fornecimento restrito de dispositivos para pessoas em situação de vulnerabilidade. 'Não é distribuição em massa. É um programa focado, com critérios bem definidos', explicou.
Repercussão e contexto político
A live com Eduardo Bolsonaro ocorre em um momento de articulação da chapa encabeçada por Flávio Bolsonaro. Daniella Marques, que já ocupou cargos no governo federal, busca consolidar seu nome como vice e ampliar o apoio entre mulheres. A declaração sobre a não submissão visa desconstruir estereótipos e atrair eleitoras que se identificam com pautas conservadoras, mas que rejeitam a ideia de passividade.
Até o momento, a campanha de Flávio Bolsonaro não oficializou a chapa, mas Daniella Marques é apontada como a principal cotada. O programa de celulares, por sua vez, gerou debate nas redes sociais, com críticos acusando a pré-campanha de populismo digital. Daniella, no entanto, reafirmou que a iniciativa é técnica e visa inclusão digital.



