Pentágono ‘ressuscita’ soldados ao excluir mortes recentes na guerra contra o Irã
Pentágono ‘ressuscita’ soldados ao excluir mortes no Irã

O Pentágono revisou o número de soldados americanos mortos na guerra contra o Irã, excluindo quatro mortes que ocorreram após o cessar-fogo declarado pelo presidente Donald Trump. A mudança gerou críticas e pressão sobre o governo, com autoridades militares dando explicações conflitantes para a alteração.

Explicações contraditórias

Três autoridades militares e um porta-voz do Departamento de Defesa apresentaram versões diferentes para a exclusão das mortes. Enquanto alguns citaram “interrupções de dados” como motivo, outros alegaram razões de segurança nacional. A falta de transparência alimentou suspeitas de que o governo estaria ocultando informações sobre o conflito.

Em 23 de julho de 2026, uma cerimônia de traslado na Base Aérea de Dover, em Delaware, homenageou um dos soldados mortos, conforme registrado pelo fotógrafo Kenny Holston, do The New York Times.

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Impacto político

O tema das baixas militares tornou-se uma bandeira política para Trump, que busca minimizar o custo humano da guerra. Críticos, no entanto, exigem maior clareza e responsabilidade do governo. A revisão ocorre em meio a um cenário de tensão crescente com o Irã e questionamentos sobre a estratégia militar dos EUA.

Até o momento, o Pentágono não divulgou o número total atualizado de baixas, e a controvérsia continua a gerar debates no Congresso e na imprensa.

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