A Polícia Federal investiga o senador Jaques Wagner (PT-BA) por ter apresentado uma emenda que beneficiaria o Banco Master, aumentando o teto de juros dos empréstimos consignados. A proposta, que foi rejeitada pelo Congresso, teria surgido em um contexto temporal próximo ao início das relações contratuais entre o banco e uma empresa ligada ao senador.
Investigação da PF
Segundo a PF, o texto da emenda foi apresentado em um período muito próximo ao início das relações entre o Banco Master e a empresa de Jaques Wagner. As investigações apontam que o senador seria beneficiário de vantagens econômicas do banco. A emenda visava alterar as regras do crédito consignado, elevando o teto de juros, o que favoreceria diretamente a instituição financeira.
Contexto e relações contratuais
O relatório da PF destaca que a emenda foi proposta em um momento suspeito, logo após o início das negociações contratuais entre o Banco Master e a empresa de Wagner. A Polícia Federal busca esclarecer se houve troca de favores ou qualquer tipo de benefício indevido. O senador ainda não se manifestou oficialmente sobre o caso.
Rejeição da proposta
A emenda foi rejeitada pelo Congresso Nacional, mas a investigação prossegue para apurar possíveis irregularidades. A PF analisa documentos e depoimentos para determinar se houve crime de corrupção ou tráfico de influência. O caso corre sob sigilo na Justiça Federal.



