CBF demite dois após investigar vazamentos de viagens de Samir Xaud
CBF demite dois por vazamento de viagens de Samir Xaud

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) demitiu dois funcionários após uma investigação interna sobre vazamentos de informações relacionadas a viagens do presidente da entidade, Samir Xaud. A decisão foi tomada na última semana, segundo fontes ouvidas pelo blog.

Investigação interna aponta responsáveis

A apuração, conduzida pelo departamento de compliance da CBF, identificou que os dois ex-funcionários repassaram a terceiros detalhes sobre deslocamentos e agendas do presidente. A entidade não revelou os nomes dos demitidos, mas confirmou que ambos não faziam parte da alta cúpula.

De acordo com a CBF, os vazamentos ocorreram entre os meses de março e junho de 2026. As informações incluíam datas, destinos e compromissos oficiais de Xaud, que assumiu a presidência em 2024.

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Medida busca coibir novos incidentes

A demissão dos dois funcionários faz parte de um esforço da CBF para reforçar a segurança e o sigilo de dados internos. Em nota, a confederação afirmou que “não tolera qualquer tipo de vazamento de informações privilegiadas” e que “medidas disciplinares serão aplicadas sempre que necessário”.

Procurado, Samir Xaud não comentou o caso. A CBF também não detalhou se os demitidos poderão responder judicialmente.

Contexto de gestão

Samir Xaud assumiu a presidência da CBF em meio a um processo de reestruturação. Desde então, a entidade tem implementado controles mais rígidos de acesso a dados. A investigação dos vazamentos foi conduzida de forma sigilosa, com apoio de uma consultoria externa.

A CBF informou que continuará monitorando o ambiente interno para evitar novos episódios. A demissão dos dois funcionários é vista como um sinal de tolerância zero com práticas que possam comprometer a governança da entidade.

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