A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reuniu-se com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, para solicitar a apuração de uma suposta rede de perfis falsos no Facebook e Instagram que teria impulsionado ataques contra candidatos de direita, incluindo o próprio Flávio.
Pedido de liminar e preservação de provas
Durante o encontro, a defesa do candidato pediu uma liminar para que o TSE determine a identificação dos responsáveis pelas páginas e a preservação das provas. Segundo a campanha, os perfis falsos gastaram mais de R$ 1,1 milhão em impulsionamentos de conteúdo negativo.
“É fundamental que a Justiça Eleitoral investigue a origem desses recursos e quem está por trás dessa rede de desinformação”, afirmou o advogado da campanha, segundo nota divulgada à imprensa.
Impacto na disputa eleitoral
A prática de impulsionamento por perfis fantasmas pode configurar abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação, passível de cassação de candidaturas. A campanha de Flávio Bolsonaro busca evitar que a estratégia influencie o resultado das eleições.
O TSE ainda não se manifestou oficialmente sobre o pedido. O caso reforça o debate sobre a regulação das redes sociais e o combate à desinformação no processo eleitoral brasileiro.



