Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram adiar a discussão sobre o Código de Ética para após as eleições. A avaliação é que o ambiente eleitoral dificulta a construção de consenso sobre o tema, considerado sensível para a imagem do tribunal. A decisão foi tomada durante a abertura do ano do Judiciário, presidida pelo presidente do STF, Edson Fachin.
Contexto do adiamento
O Código de Ética, que está sob coordenação da ministra Cármen Lúcia, tem como objetivo estabelecer diretrizes de conduta para os ministros, reforçando a transparência e a confiança pública na Corte. No entanto, o período eleitoral foi apontado como um obstáculo para a construção de um consenso amplo entre os membros do tribunal. A expectativa é que o código seja concluído e aprovado no primeiro semestre de 2027.
Impacto na imagem do STF
A discussão sobre o Código de Ética é vista como crucial para a imagem do STF, que tem buscado maior transparência e accountability. O adiamento, porém, pode gerar críticas de setores que esperavam avanços mais rápidos na regulamentação da conduta dos ministros. A ministra Cármen Lúcia, responsável pela coordenação, afirmou que o código será uma ferramenta importante para garantir a integridade e a imparcialidade da Corte.



