A Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham) afirmou que um possível tarifaço dos Estados Unidos traria obstáculos ao comércio bilateral, mas que ainda existe espaço para negociação entre os dois países. A declaração foi feita em meio a discussões sobre a política comercial da nova administração americana.
Impactos potenciais
Segundo a Amcham, o aumento de tarifas poderia afetar setores estratégicos da economia brasileira, como o agronegócio e a indústria. No entanto, a entidade acredita que o Brasil tem condições de dialogar com os EUA para evitar medidas mais severas.
Setores mais afetados
- Agronegócio: soja, carne e café são os produtos mais vulneráveis.
- Indústria: máquinas e equipamentos podem sofrer com tarifas mais altas.
- Serviços: áreas como tecnologia e finanças também podem ser impactadas.
Negociação em andamento
A Amcham destacou que o Brasil já iniciou conversas com representantes do governo americano para buscar alternativas. O objetivo é evitar uma escalada protecionista que prejudique ambos os lados. A entidade ressaltou que o comércio bilateral movimenta bilhões de dólares anualmente e que medidas unilaterais seriam prejudiciais.
Recomendações da Amcham
- Fortalecer o diálogo diplomático entre Brasil e EUA.
- Buscar acordos setoriais para minimizar impactos.
- Explorar novos mercados para diversificar as exportações brasileiras.
A entidade também alertou que o tarifaço poderia gerar retaliações e prejudicar a economia global. É fundamental que ambos os países ajam com responsabilidade para manter a estabilidade comercial, afirmou um porta-voz da Amcham.



