Polêmicas de arbitragem marcam a Copa do Mundo 2026
Polêmicas de arbitragem marcam a Copa do Mundo 2026

Os jogos da Copa do Mundo 2026 foram marcados não apenas pelo futebol das seleções em campo, mas também por lances polêmicos e decisões de arbitragem que geraram discussões em diferentes partes do mundo. Diante desse cenário, o ge reuniu os casos que mais dividiram opiniões ao longo da competição.

Duelo agitado entre Egito e Argentina

Argentina e Egito protagonizaram um dos principais episódios de arbitragem no Mundial. Os egípcios tiveram um gol anulado após revisão do VAR, que identificou uma falta anterior sobre Lisandro Martínez. A seleção africana também reclamou de dois possíveis pênaltis em lances envolvendo Julián Álvarez e Alexis Mac Allister sobre Mohamed Salah — em ambos os casos, o árbitro mandou o jogo seguir. Para completar, depois do confronto, a federação egípcia realizou uma queixa à Fifa contra o árbitro do duelo.

Wilton Pereira manda três para o 'chuveiro'

O jogo de abertura da Copa do Mundo 2026, disputado entre México e África do Sul, quebrou o recorde de expulsões em uma partida de estreia do torneio. O árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio distribuiu três cartões vermelhos e sofreu críticas pelo rigor excessivo.

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Sensor da bola em ação

A seleção da Croácia teve o gol de empate, que levaria o jogo da segunda fase para a prorrogação, anulado na partida contra Portugal. O VAR detectou um toque quase imperceptível de um jogador croata na origem do lance, o que colocou quem botou a bola na rede em posição irregular. A anulação da jogada só foi possível graças à tecnologia do sensor instalado na bola, que registrou o contato entre o objeto e o atleta da Croácia.

Era para expulsar? Messi faz falta dura em argelino

Argentina e Argélia mediram forças na estreia do Grupo J. Aos 30 minutos da primeira etapa, Lionel Messi pisou na panturrilha do zagueiro argelino Mandi. O árbitro polonês Szymon Marciniak marcou falta, mas não puniu o craque nem mesmo com cartão amarelo. O VAR, por sua vez, não chamou o árbitro para revisão.

Era o hat-trick! Vini Jr. tem gol anulado contra a Escócia

Vini Jr. roubou a bola do último defensor escocês e marcou aquele que seria seu terceiro gol na última partida do Grupo C, mas o VAR identificou um contato mínimo na recuperação da posse. O árbitro revisou o lance no monitor e invalidou o hat-trick do brasileiro.

Classificada? Gol de Jonathan Tah não valeu...

A Alemanha foi eliminada para o Paraguai na segunda fase (16 avos de final). No confronto, os alemães tiveram a chance de se classificar diretamente e evitar as penalidades. No entanto, o gol da vitória não valeu. O zagueiro Jonathan Tah subiu mais alto que todo mundo, colocou a bola no fundo da rede, mas o juiz invalidou. O episódio foi anulado por falta do alemão Anton no goleiro Orlando Gill.

Primeira aplicação da 'Lei Vini'

O paraguaio Miguel Almirón acompanhou dos vestiários o restante do confronto entre Paraguai e Turquia. O jogador foi expulso após discutir com um adversário enquanto cobria a boca. Posteriormente, a norma voltou a ser aplicada na partida entre Equador e México, quando Piero Hincapié também recebeu cartão vermelho.

Nova regra 'erro de identidade' pune Embolo

Breel Embolo, da Suíça, teve uma expulsão fora do convencional na partida contra a Argentina durante as quartas de final. O lance ocorreu entre Leandro Paredes e Embolo. Depois de uma dividida entre os dois jogadores, o árbitro puniu o volante argentino com um amarelo. Porém, depois de uma revisão do VAR, a arbitragem concluiu que o atacante suíço simulou a falta, retirou a advertência de Paredes e aplicou o cartão a Embolo, que foi para o 'chuveiro' mais cedo por ser o segundo amarelo.

Árbitro contraria VAR e não marca pênalti em Mbappé

Um lance na partida entre França e Senegal gerou polêmica. O árbitro Alireza Faghani contrariou o VAR ao rever um possível pênalti do senegalês Mané sobre o francês Mbappé. O juiz australiano decidiu manter a sua decisão tomada no campo.

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