Quantas vezes confundimos experiência com autorização para decidir o que merece florescer? Essa é a reflexão central de Luana Génot em sua coluna, que aborda o dilema entre orientar e interditar no ambiente acadêmico e em outros contextos.
A diferença entre orientar e interditar
Segundo Génot, há uma enorme diferença entre orientar e interditar. Enquanto orientar envolve guiar, apoiar e criar condições para o desenvolvimento de ideias, interditar significa bloquear, desprezar ou podar prematuramente o que poderia florescer. A autora conta a história de um orientando que teve sua ideia desprezada por um orientador, ilustrando como a experiência pode ser usada de forma equivocada para silenciar novas perspectivas.
Oportunidades perdidas na academia
O artigo critica a tendência de muitos orientadores de usar sua experiência como justificativa para descartar ideias inovadoras. Essa postura, segundo Génot, resulta em oportunidades perdidas não apenas para o orientando, mas para toda a comunidade acadêmica. A autora ressalta a necessidade de reconhecer os próprios limites e criar condições para que novas ideias possam florescer, em vez de serem podadas pelo medo ou pela preguiça intelectual.
Além da academia
A crítica se estende além do meio acadêmico. Génot observa que muitos projetos e temas são podados prematuramente em diversos setores, por medo do novo ou por falta de disposição para explorar caminhos diferentes. A reflexão convida o leitor a questionar quantas vezes a experiência é usada como autoridade para interditar, em vez de orientar, e quantas oportunidades são perdidas por isso.
O artigo, publicado em 18 de julho de 2026, traz um resumo gerado por ferramenta de IA, mas a mensagem central é clara: é preciso distinguir entre orientar e interditar para que o florescimento de ideias não seja sufocado pelo excesso de autoridade ou pela acomodação intelectual.



