A primeira-dama Janja Lula da Silva rebateu as críticas sobre seus gastos em viagens internacionais, classificando-as como misoginia. Em declaração recente, afirmou ser a única primeira-dama do Brasil que 'trabalha efetivamente'. Janja justificou suas estadias em embaixadas e a opção por voar em classe executiva como medidas de segurança.
Críticas consideradas misóginas
Janja afirmou que as críticas sobre suas despesas no exterior são motivadas por preconceito de gênero. 'Isso é misoginia pura', disse, acrescentando que nunca houve questionamentos semelhantes a primeiras-damas anteriores. Ela destacou que sua atuação ativa no governo gera incômodo em setores conservadores.
Justificativa de segurança
A primeira-dama explicou que as hospedagens em embaixadas e as viagens em classe executiva são necessárias por questões de segurança. 'Não posso me expor como uma cidadã comum', argumentou. Janja também mencionou que sua origem humilde é alvo de preconceito de classe, intensificando as críticas.
Trabalho efetivo na função
Janja ressaltou que é a única primeira-dama a trabalhar efetivamente, participando de agendas oficiais e representando o Brasil no exterior. 'Todas as outras apenas acompanhavam os maridos', comparou. A declaração gerou repercussão nas redes sociais, com apoio de aliados e críticas de opositores.



