Uma nova crise nas redes sociais atinge o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A hashtag 'Tariflávio' viralizou e já acumula 563,1 mil menções, segundo levantamento do Instituto Democracia em Xeque. O motivo? As tarifas de 25% impostas pelo governo Trump ao Brasil, que geraram forte reação negativa contra o parlamentar.
Flávio Bolsonaro é o principal alvo das críticas
De acordo com os dados, Flávio Bolsonaro é 10 vezes mais responsabilizado que o presidente Lula pelas tarifas. Enquanto as menções atribuindo culpa ao senador somam 563,1 mil, as que responsabilizam Lula são apenas 56,3 mil. A disparidade mostra como o pré-candidato conservador se tornou o centro da insatisfação popular.
Tentativa de desviar o foco falha
A estratégia de associar o caso Dark Horse a Lula não surtiu efeito. O instituto aponta que os discursos de pré-candidatos conservadores foram vistos como 'entreguistas' pela base de apoiadores. A hashtag 'Tariflávio' se impôs como tema dominante, ofuscando outras pautas.
Repercussão nas redes
O volume de menções reflete a insatisfação com a postura de Flávio Bolsonaro em relação às tarifas americanas. Críticos apontam que o senador defendeu medidas que prejudicam a economia nacional. A situação coloca pressão sobre sua pré-candidatura e expõe divisões no campo conservador.
O levantamento do Democracia em Xeque monitorou as principais redes sociais entre os dias 1º e 4 de junho de 2026. A análise incluiu Twitter, Facebook e Instagram, com foco em menções que atribuíam responsabilidade pelas tarifas. Flávio Bolsonaro ainda não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.



