O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, rejeitou nesta sexta-feira (24) o risco de um 'all in' fiscal do governo Lula no ano eleitoral de 2026. Durante painel na Expert XP 2026, Durigan afirmou que a política fiscal será responsável e que não há espaço para expansão descontrolada dos gastos públicos.
Declarações de Durigan sobre o cenário fiscal
Durigan destacou que o governo está comprometido com a sustentabilidade fiscal e que as discussões sobre um possível 'all in' são infundadas. 'Não há qualquer plano de adotar uma política fiscal irresponsável. O ano eleitoral não será desculpa para gastar sem controle', disse o secretário-executivo.
Contexto do ano eleitoral e pressões políticas
O ano de 2026 será marcado por eleições presidenciais, o que historicamente aumenta as pressões por gastos públicos. No entanto, Durigan garantiu que o governo manterá o arcabouço fiscal e que as medidas de estímulo serão pontuais e focadas em áreas prioritárias, como infraestrutura e programas sociais.
Impacto nas expectativas do mercado
As declarações de Durigan foram bem recebidas pelo mercado financeiro, que temia uma escalada dos gastos públicos. O secretário-executivo reforçou que a equipe econômica está alinhada com o presidente Lula e que não há risco de descontrole fiscal. 'O presidente tem plena consciência da importância da responsabilidade fiscal para a credibilidade do país', afirmou.
Reações de analistas e investidores
Analistas consultados pelo InfoMoney consideraram as declarações positivas, mas alertaram que o mercado continuará atento aos desdobramentos fiscais. 'A fala de Durigan ajuda a acalmar os ânimos, mas a execução orçamentária e as medidas concretas serão decisivas', disse um gestor de recursos.



