O resumo das principais notícias desta terça-feira, 30 de junho de 2026, traz informações sobre os acontecimentos mais relevantes no Brasil e no mundo. Entre os destaques, estão as movimentações no Congresso Nacional, os indicadores econômicos e as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF).
Política: Pautas no Congresso
O Congresso Nacional retomou as discussões sobre a reforma tributária, com a expectativa de votação do texto principal até o final da semana. O relator, deputado João Silva (PT-SP), afirmou que o acordo entre os partidos está próximo. "Estamos ajustando os últimos detalhes para garantir uma transição justa e eficiente", declarou Silva. A proposta prevê a unificação de impostos e a criação do Imposto sobre Valor Agregado (IVA).
Economia: Dólar e inflação
O dólar comercial fechou o dia cotado a R$ 5,20, em queda de 0,5% em relação ao dia anterior. A inflação medida pelo IPCA-15 de junho ficou em 0,35%, abaixo das expectativas do mercado. O Banco Central manteve a taxa Selic em 13,75% ao ano, conforme decisão da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).
Judiciário: STF julga ações
O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou o julgamento de ações que tratam da descriminalização do porte de drogas para consumo pessoal. O ministro relator, Luís Roberto Barroso, votou a favor da descriminalização, mas o julgamento foi suspenso por pedido de vista do ministro Nunes Marques. A decisão deve impactar milhões de processos em todo o país.
Saúde: Vacinação contra a gripe
A campanha nacional de vacinação contra a gripe foi prorrogada até 31 de julho. Segundo o Ministério da Saúde, a cobertura vacinal atingiu 65% do público-alvo, abaixo da meta de 90%. A prorrogação visa ampliar o acesso à imunização, especialmente em regiões com baixa adesão.
Internacional: Tensão na Europa
Na Europa, a União Europeia anunciou novas sanções econômicas contra a Rússia, em resposta à escalada do conflito na Ucrânia. As medidas incluem restrições às exportações de tecnologia e à importação de energia. O presidente russo, Vladimir Putin, classificou as sanções como "ilegais" e prometeu retaliações.



