A Copa do Mundo de 2026 chegou ao fim com o bicampeonato da Espanha, que venceu a Argentina por 1 a 0 na final. Enquanto alguns craques brilharam, outros deixaram a desejar. O ge montou uma seleção de decepções da competição, que conta com dois brasileiros e Cristiano Ronaldo.
Brasil e Uruguai lideram lista de decepções
O Brasil, eliminado nas oitavas de final, tem dois representantes na lista, mesma quantidade do Uruguai, que caiu na fase de grupos. Outros craques ficaram longe do destaque no Mundial.
Goleiro: Muslera (Uruguai)
Com história marcante na seleção uruguaia, o goleiro de 35 anos falhou em todos os jogos da Celeste nessa Copa do Mundo e foi crucial para a eliminação da equipe na fase de grupos.
Defensor: Danilo (Brasil)
Foi lançado como titular por necessidade após a lesão de Wesley e a atuação ruim de Ibañez no primeiro tempo da estreia contra Marrocos. Falhou no gol do Japão na segunda fase e teve atuação ruim na eliminação contra a Noruega nas oitavas.
Defensor: Koulibaly (Senegal)
Jogador de defesa mais conhecido do Senegal, com passagens por Chelsea e Napoli, o zagueiro foi muito mal e perdeu vaga no time titular durante a Copa do Mundo depois de uma sequência de atuações ruins. Ele sequer entrou em campo na eliminação de Senegal diante da Bélgica, na segunda fase.
Defensor: Hincapié (Equador)
Chegou à Copa com badalação após boa temporada pelo Arsenal e como um dos líderes de boa geração do Equador, mas foi muito mal. Foi o ponto negativo da defesa da seleção e não fez uma boa partida no torneio.
Meio-campista: Casemiro (Brasil)
Não repetiu as boas atuações da temporada pelo Manchester United. Lento e sem conseguir dar combate, deixou espaços no meio-campo da Seleção e foi um ponto fraco do time de Carlo Ancelotti ao longo da Copa do Mundo.
Meio-campista: Vitinha (Portugal)
Passou longe de ser o volante que domina a Europa com o Paris Saint-Germain. Não mostrou a mesma dinâmica do clube para dominar o meio-campo com passes curtos e corridas inteligentes. Foi sacado no decorrer dos jogos mais de uma vez nesta Copa.
Meio-campista: Valverde (Uruguai)
Foi o expoente de uma das seleções mais decepcionantes do Mundial. Com desempenho muito ruim na fase de grupos, atuou como um volante construtor e não foi o homem de chegada como consegue ser no Real Madrid. Copa para esquecer.
Meio-campista: De Bruyne (Bélgica)
A última Copa de um dos expoentes da "promissora geração belga" contou inclusive com uma passagem pelo banco de reservas, na vitória sobre os EUA nas oitavas de final. A equipe jogou melhor quando o meia do Napoli foi sacado pelas más atuações e lentidão para tomar decisões.
Atacante: Wirtz (Alemanha)
É verdade que a primeira temporada do alemão no Liverpool não foi um mar de rosas, mas o promissor atleta decepcionou na Copa. Fez pouco em uma Alemanha pobre em criação e eliminada precocemente.
Atacante: Luis Díaz (Colômbia)
A espetacular temporada no Bayern não se repetiu com a camisa da Colômbia. Só fez um gol, contra o Uzbequistão, e não chamou a responsabilidade diante da Suíça, no jogo que eliminou os colombianos.
Atacante: Cristiano Ronaldo (Portugal)
A possível despedida de um dos maiores da história foi de mais polêmicas fora de campo, com comentários nas redes sociais envolvendo esposas de jogadoras do elenco e torcedores, do que sucesso nas quatro linhas. Marcou seu primeiro gol em mata-matas, de pênalti, mas pouco impactou o time. O gol mais importante de Portugal na Copa, na vitória sobre a Croácia nos acréscimos, foi marcado pelo centroavante reserva Gonçalo Ramos.



