Família Castro oferece ilha a Trump para salvar regime em Cuba
Família Castro oferece ilha a Trump para salvar regime

A família Castro, que governa Cuba desde a revolução de 1959, está oferecendo uma ilha paradisíaca a Donald Trump numa tentativa desesperada de impedir que o presidente dos EUA dê um golpe fatal em seu regime agonizante, segundo fontes.

Desespero do regime cubano

Leonel Leon, produtor da RTV Marti — serviço de radiodifusão cubano apoiado pelos EUA —, afirmou que essa tentativa de última hora de conquistar o apoio de Trump para a ilha apenas "revela o desespero do regime". Trump declarou recentemente que os EUA poderiam "assumir o controle" de Cuba quase imediatamente após o fim do conflito com o Irã, iniciado em fevereiro.

Trump ameaça Cuba

Em evento na Flórida (EUA), ele sugeriu em tom irônico que enviaria um porta-aviões à costa cubana, afirmando que a ilha se renderia rapidamente. Segundo o chefe da Casa Branca, lidar com o país comunista do Caribe seria o próximo passo lógico após a ação no Irã.

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A proposta: Cayo Santa María

De acordo com a suposta proposta, o idílico super-resort de Cayo Santa María seria rebatizado de "Trump Island" — mas apenas se as sanções dos EUA fossem suspensas e os planos para um projeto de hotel e cassino de luxo seguissem em frente. O governo da ilha está apresentando hotéis vazios e um litoral inexplorado a investidores — incluindo uma empresa familiar dos Emirados Árabes Unidos com ambições de construir um resort com a marca Trump.

Imagem simbólica

Imagem gerada por inteligência artificial mostra Trump vestindo uma camisa florida e bebendo um mojito ao lado de um prédio moderno que ostenta seu nome, com vista para as praias de Santa María.

Negação de negociações diretas

O governo Trump, entretanto, negou que existam negociações diretas em andamento com a família Castro sobre empreendimentos em Cayo Santa María, segundo o "U.S. Sun". Washington indiciou recentemente o líder cubano Raúl Castro por ter ordenado, em 1996, a derrubada de duas aeronaves pertencentes a uma organização de exilados cubanos sediada em Miami, incidente no qual quatro cubano-americanos morreram.

Sanções e colapso financeiro

O Departamento do Tesouro dos EUA também impôs sanções à GAESA, um conglomerado registrado no Panamá e operado pelos Castro, que controla a economia de Cuba em parceria com investidores estrangeiros. Isso levou o país — e a família Castro — à beira do colapso financeiro, à medida que o cerco de Trump se fecha rapidamente.

Canais informais de comunicação

No entanto, fontes do governo dos EUA e de Cuba afirmam que existem "canais de comunicação informais" pelos quais a administração americana conversa com os Castro — particularmente com o neto do ex-presidente, Raulito.

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