Israel revela suposto plano iraniano para assassinar Donald Trump
Israel revela suposto plano iraniano para matar Trump

Israel revelou às autoridades dos Estados Unidos um suposto plano iraniano específico para assassinar o ex-presidente Donald Trump. A informação, considerada um alerta inédito, levou Washington a reforçar a segurança de Trump, inclusive com a utilização de um avião Air Force One mais antigo para evitar riscos em viagens internacionais.

Detalhes do plano iraniano

De acordo com fontes oficiais, o governo israelense compartilhou com os EUA evidências de que o Irã estaria planejando um ataque direto contra Trump. O alerta israelense foi descrito como "novo" e dizia respeito a um plano específico, em meio a um "fluxo constante" de informações monitoradas por Washington sobre possíveis ameaças ao ex-presidente.

"O alerta de Israel foi novo e dizia respeito a um plano específico", afirmou uma autoridade americana sob condição de anonimato. As tensões entre EUA e Irã aumentaram desde o assassinato do general iraniano Qassem Soleimani em 2020, ordenado por Trump, o que levou Teerã a prometer vingança.

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Medidas de segurança reforçadas

Em resposta à ameaça, o Serviço Secreto dos EUA intensificou a proteção de Trump. Uma das medidas adotadas foi a troca do avião utilizado pelo ex-presidente em deslocamentos internacionais: em vez do moderno Boeing 757, Trump passou a usar um Boeing 737 mais antigo, com capacidade reduzida e menos recursos de segurança, mas que dificulta possíveis ataques por ser menos previsível.

A decisão reflete a seriedade com que Washington trata a informação. "Estamos monitorando constantemente ameaças contra o ex-presidente, mas o alerta de Israel foi um passo além", acrescentou a fonte.

Contexto geopolítico

A revelação ocorre em um momento de tensão global, com o Irã buscando retaliar pela morte de Soleimani. O general foi morto em um ataque de drone americano em Bagdá, em janeiro de 2020, sob ordens de Trump. Desde então, Teerã prometeu vingança, e os EUA mantêm alerta máximo para possíveis ataques contra autoridades americanas.

Israel, principal aliado dos EUA no Oriente Médio, tem uma longa rivalidade com o Irã e frequentemente compartilha inteligência sobre ameaças mútuas. O plano descoberto, segundo analistas, pode estar ligado a facções iranianas ou grupos proxy, como o Hezbollah.

Até o momento, o Irã não comentou oficialmente a acusação. A Casa Branca e a equipe de Trump também não se pronunciaram publicamente sobre o caso.

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