Coreia do Norte alerta para 'máxima vigilância' com tufão Bavi
Coreia do Norte: alerta máximo com tufão Bavi

A Coreia do Norte emitiu um alerta de 'máxima vigilância' nesta terça-feira devido à aproximação do tufão Bavi, que já deixou um rastro de destruição na China. O fenômeno climático deve atingir o país com fortes chuvas e ventos intensos, especialmente nas regiões norte e central, onde são esperados entre 80 e 120 milímetros de chuva. Já no sul do país, a precipitação pode variar de 150 a 200 milímetros.

Kim Jong-Un convoca medidas de prevenção

O líder norte-coreano, Kim Jong-Un, solicitou que todas as autoridades locais adotem medidas rigorosas para minimizar os danos causados pelo tufão. Segundo a agência estatal KCNA, Kim enfatizou a necessidade de 'proteger a vida e a propriedade do povo' e garantiu que os recursos do Estado estão mobilizados para enfrentar a emergência. A infraestrutura frágil do país torna a população especialmente vulnerável a desastres naturais.

Trajetória e enfraquecimento previsto

O tufão Bavi deve cruzar o Mar Amarelo antes de atingir a península coreana, o que pode resultar em seu enfraquecimento. No entanto, as autoridades alertam que os ventos ainda podem atingir velocidades superiores a 100 km/h, causando quedas de árvores e danos a construções. A previsão é que o tufão perca força gradualmente ao se deslocar para o interior do continente.

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Impactos na China e na região

Na China, o tufão Bavi deixou um rastro de destruição, com inundações e deslizamentos de terra que afetaram milhares de pessoas. Imagens de satélite mostram nuvens densas cobrindo vastas áreas, e ventos fortes já causaram interrupções no fornecimento de energia e transporte. A Coreia do Norte, com sua limitada capacidade de resposta a desastres, enfrenta um desafio ainda maior para lidar com os efeitos do fenômeno.

Histórico de desastres naturais na Coreia do Norte

O país já sofreu com tufões anteriores, como o Khanun em 2023, que causou enchentes e danos agrícolas significativos. A falta de infraestrutura adequada e a degradação ambiental agravam os impactos, deixando comunidades isoladas e sem acesso a ajuda humanitária. A comunidade internacional frequentemente oferece assistência, mas as restrições políticas e logísticas dificultam a distribuição de ajuda.

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