Nova imagem da mão de Trump com hematomas gera repercussão no G7
Nova imagem da mão de Trump com hematomas gera repercussão

Mão de Donald Trump volta a chamar atenção durante o G7

Ao longo de 2025, fotos da mão direita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com manchas de hematomas visíveis ou cobertas por maquiagem repercutiram e foram tema de uma resposta de sua porta-voz. Nesta terça-feira (16), em meio ao encontro do G7, novas imagens de marcas incomuns na mão do presidente norte-americano voltaram a chamar a atenção. A foto foi tirada durante uma sessão de trabalho com líderes da cúpula do G7 e parceiros de investimentos internacionais.

Mão de Trump já foi alvo dos holofotes

Em agosto do ano passado, Trump apareceu usando maquiagem na mão direita, um mês depois de a Casa Branca confirmar o aparecimento de hematomas em sua pele. À época, usuários das redes sociais comentaram o fato de Trump, supostamente, tentar esconder o dorso da mão direita enquanto dava entrevistas, seja colocando a outra mão em cima, seja virando o pulso exageradamente ao gesticular.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, não comentou diretamente a maquiagem, mas, questionada pelo jornal inglês "The Independent", fez uma referência aos apertos de mão frequentes do presidente americano. "O presidente Trump é um homem do povo e se encontra com mais americanos e aperta as mãos deles diariamente, mais do que qualquer outro presidente na história. Seu compromisso é inabalável, e ele prova isso todos os dias", disse Leavitt, ao jornal, no sábado (23).

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Diagnóstico revelado em julho

A coloração da mão de Trump já havia chamado a atenção em julho daquele ano, quando o governo dos Estados Unidos anunciou que o presidente havia sido diagnosticado com insuficiência venosa crônica. Segundo Leavitt, na época, Trump foi avaliado pelo médico presidencial devido a um inchaço nas pernas e hematomas nas mãos. O presidente também passou por exames de sangue e por um ultrassom.

Em um memorando assinado pelo médico Sean Barbabella, a Casa Branca disse que a insuficiência venosa crônica causou o inchaço nas pernas de Trump, mas ressalta que se trata de uma condição “benigna e comum, especialmente em indivíduos com mais de 70 anos”. O documento também diz que o presidente não apresenta trombose, nem sinais de insuficiência cardíaca, comprometimento renal ou doenças sistêmicas. Sobre a mão do presidente, a Casa Branca afirmou que as manchas roxas surgiram devido a "apertos de mão frequentes" e ao uso de aspirina.

Em fevereiro de 2025, a imprensa americana já havia reportado que o presidente tinha aparecido com a mão direita roxa. Na época, a Casa Branca justificou que as manchas eram resultado dos diversos apertos de mão que Trump dava diariamente. Em maio, quando embarcava para uma viagem ao Catar, o presidente foi fotografado com a mão amarelada, aparentemente maquiada para esconder a mancha roxa.

Nas semanas seguintes, a mão direita de Trump continuou aparecendo maquiada. Registros semelhantes foram feitos durante a cúpula da Otan, em junho, e nos últimos dias.

Insuficiência venosa crônica

A insuficiência venosa crônica se caracteriza por uma lesão nas veias da perna que não permite que o sangue flua normalmente. Quando há algum tipo de dano nas veias inferiores, o fluxo sanguíneo não funciona como deveria, o que dificulta o retorno do sangue das pernas ao coração. Além da idade, hereditariedade, obesidade, gravidez, uso de anticoncepcional à base de estrógeno e passar muito tempo em pé são fatores de predisposição à insuficiência venosa crônica.

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