Presidente da FIFA defende Mundial em meio a polêmicas
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, publicou nesta terça-feira uma carta aberta na qual acusa críticos da Copa do Mundo de 2026 de espalharem ódio e desinformação. A declaração ocorre em meio a crescentes questionamentos sobre a realização do torneio em países como Estados Unidos, Canadá e México, com preocupações sobre direitos humanos, segurança e impactos ambientais.
Críticas ao torneio são consideradas injustas
Infantino afirmou que muitas das críticas são infundadas e movidas por interesses políticos e econômicos. Segundo ele, a Copa do Mundo é um evento que une bilhões de pessoas ao redor do globo e promove o desenvolvimento do futebol. “Aqueles que atacam a Copa não estão preocupados com o bem-estar das pessoas, mas sim com sua própria agenda”, escreveu o dirigente.
FIFA defende legado social do evento
Na carta, Infantino destacou que a FIFA tem trabalhado para garantir que a Copa de 2026 deixe um legado positivo, com investimentos em infraestrutura, programas sociais e sustentabilidade. Ele citou que o torneio gerará mais de 100 mil empregos diretos e indiretos nas três nações-sede. “Não vamos permitir que minorias barulhentas destruam o espírito de união que o futebol proporciona”, completou.
Resposta aos críticos internacionais
A carta foi publicada após uma série de reportagens e declarações de organizações de direitos humanos que apontam violações em países anfitriões. Infantino rebateu as acusações, classificando-as como “hipócritas” e lembrou que a FIFA tem códigos de conduta rigorosos para todas as sedes. “O futebol é uma força para o bem, e aqueles que tentam manchá-lo estão, na verdade, espalhando ódio”, disse.
Impacto na preparação do Mundial
Apesar da controvérsia, a FIFA segue com os preparativos para 2026, que será o primeiro Mundial com 48 seleções. As obras nos estádios e centros de treinamento estão em andamento, e a entidade espera recorde de público e audiência global. A carta de Infantino busca reforçar a confiança de patrocinadores e federações nacionais no evento.
A carta aberta foi divulgada nos canais oficiais da FIFA e repercutiu internacionalmente, gerando reações divergentes. Enquanto apoiadores elogiaram a postura firme do presidente, críticos consideraram a resposta evasiva e insuficiente para abordar os problemas estruturais apontados.



