O ex-jogador da NFL Daniel Adongo, queniano naturalizado, foi deportado dos Estados Unidos após permanecer no país com visto vencido desde 2016. A deportação ocorreu em meio a um histórico criminal que inclui acusações de intimidação, agressão e conduta desordeira, conforme informaram autoridades americanas.
Carreira na NFL e declínio
Adongo jogou como linebacker pelo Indianapolis Colts entre 2013 e 2015, participando de 15 partidas pela equipe. Natural do Quênia, ele se destacou no futebol americano universitário antes de ser contratado pela NFL. No entanto, sua carreira foi interrompida por lesões e problemas de saúde mental que o afastaram dos gramados.
Após deixar a liga, Adongo enfrentou dificuldades para se readaptar. Em 2017, foi considerado incapaz de enfrentar julgamento devido a questões psicológicas, o que levou à suspensão dos processos criminais contra ele na época.
Problemas com a Justiça
O ex-atleta acumulou diversas passagens pela polícia, incluindo prisões por intimidação e agressão. Em 2016, seu visto de trabalho expirou, tornando sua permanência nos EUA irregular. Apesar disso, ele continuou no país até ser detido novamente em 2025, quando as autoridades de imigração iniciaram o processo de deportação.
O juiz responsável pelo caso determinou que Adongo representa uma ameaça à segurança pública, autorizando sua remoção imediata. As autoridades destacaram que a deportação contribui para a segurança comunitária, evitando novos delitos.
Deportação e futuro
Adongo foi deportado para o Quênia em julho de 2026, onde poderá buscar tratamento para seus problemas de saúde mental. A NFL e o Indianapolis Colts não se pronunciaram oficialmente sobre o caso.



