O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar com a retomada de sanções contra o petróleo da Rússia, em meio à pressão exercida pelos países do G7 por uma condenação mais firme à invasão da Ucrânia. A declaração foi feita à imprensa nesta terça-feira, durante a cúpula do grupo realizada em Évian-les-Bains, na França.
Contexto das sanções
Trump afirmou que está considerando seriamente reimpor restrições ao petróleo russo como forma de aumentar a pressão sobre Moscou. A medida, segundo ele, seria uma resposta direta à continuidade da invasão da Ucrânia. O presidente americano destacou que o petróleo continua sendo transportado pelo Estreito de Ormuz, e mencionou a isenção de sanções concedida durante a guerra com o Irã, o que gerou descontentamento entre líderes europeus presentes no encontro.
Reações internacionais
A possibilidade de novas sanções contra o petróleo russo provocou reações imediatas entre os membros do G7. Líderes europeus expressaram preocupação com o impacto econômico global de tais medidas, especialmente em um momento de instabilidade nos mercados de energia. Por outro lado, aliados mais próximos de Washington defenderam a necessidade de uma postura mais dura contra a Rússia.
Especialistas apontam que a retomada das sanções poderia afetar significativamente a economia russa, mas também elevaria os preços do petróleo no mercado internacional, gerando pressão inflacionária em diversos países. A decisão final de Trump deve ser anunciada nos próximos dias, após consultas com aliados e análise dos impactos potenciais.



