Executivo da Starbucks na Coreia do Sul interrogado por campanha polêmica
Executivo da Starbucks na Coreia do Sul interrogado por campanha

A polícia sul-coreana interrogou um executivo do Grupo Shinsegae, operador da Starbucks na Coreia do Sul, devido a uma campanha promocional polêmica intitulada 'Dia do Tanque'. A ação coincidiu com o aniversário da Revolta de Gwangju de 1980, gerando críticas por lembrar a repressão violenta ao movimento pró-democracia.

Detalhes da campanha e reações

A promoção, que oferecia descontos em bebidas, foi vista como uma referência aos tanques usados pelo governo militar para reprimir os manifestantes em Gwangju. A empresa demitiu seu diretor-presidente e o presidente Chung Yong-jin pediu desculpas publicamente, afirmando que a campanha foi um erro grave.

Investigação policial

A polícia investiga possível violação de uma lei de 2016 que proíbe a glorificação de regimes autoritários. O executivo interrogado é suspeito de ter aprovado a campanha sem considerar o contexto histórico. As lojas Starbucks na Coreia do Sul fecharão meio período para que os funcionários participem de aulas de história sobre a Revolta de Gwangju.

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A Revolta de Gwangju, ocorrida em maio de 1980, foi um levante pró-democracia brutalmente reprimido pelo governo militar, resultando em centenas de mortes. O episódio é uma ferida aberta na memória coletiva do país.

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