Governo rejeita tarifa dos EUA e diz que país manipula tema caro aos direitos humanos
Governo rejeita tarifa dos EUA e diz que país manipula direitos humanos

O governo brasileiro rejeitou a tarifa de 12,5% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, afirmando que o país norte-americano manipula um tema caro aos direitos humanos. A medida, que passa a valer hoje, atinge 99,4% das importações do país.

Reação do governo

Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores classificou a tarifa como injustificada e contrária aos princípios do comércio internacional. “O Brasil rechaça veementemente essa medida, que não se baseia em critérios técnicos e sim em alegações infundadas sobre trabalho forçado”, afirmou o ministro.

Impacto econômico

A tarifa de 12,5% deve afetar setores como siderurgia, alumínio e calçados. Especialistas estimam que as exportações brasileiras para os EUA podem cair até 15% no curto prazo. A medida ocorre em ano eleitoral, aumentando a pressão sobre o governo Lula.

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Contexto internacional

Os Estados Unidos justificam a tarifa com base em alegações de trabalho forçado na cadeia produtiva brasileira. No entanto, o governo brasileiro nega as acusações e promete recorrer a organismos internacionais, como a OMC. “Não aceitaremos imposições unilaterais que desrespeitam nossa soberania”, declarou o chanceler.

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