O jogo entre Tchéquia e África do Sul nesta quinta-feira (18) foi apitado pela árbitra americana Tori Penso. Ao lado dela, as árbitras assistentes também eram mulheres (Brooke Mayo e Kathryn Nesbitt). Esta foi a primeira vez na história dos Mundiais masculinos que uma partida foi comandada por um trio de arbitragem feminino. Foi também a primeira vez que uma mulher atuou como árbitra central em uma Copa do Mundo masculina.
O fato é um avanço em termos de igualdade de gênero, mas o cenário continua profundamente desequilibrado. Nesta edição, seis mulheres compõem a arbitragem, o que representa 3,5% do total de árbitros da Copa (170).
Histórico e contexto
A Copa de 2026 é a segunda na história a ter mulheres na arbitragem. A primeira foi a do Catar, em 2022, que também contou com seis mulheres na equipe de árbitros.
Nesta edição, participam duas árbitras centrais, três árbitras assistentes (bandeirinhas) e uma oficial de vídeo (VAR). Veja quem são:
- Árbitras centrais: Tori Penso e Katia Itzel García
- Árbitras assistentes: Kathryn Nesbitt, Brooke Mayo e Sandra Ramírez
- Oficial de vídeo: Tatiana Guzmán
A presença feminina na arbitragem ainda é modesta, mas cada passo representa uma conquista importante para a diversidade e a inclusão no esporte.



