Japão envia 3,6 mil militares após terremoto devastador em Kumamoto
Japão envia 3,6 mil militares após terremoto em Kumamoto

O Japão anunciou o envio de 3,6 mil militares para a província de Kumamoto, no sul do país, após um terremoto de magnitude 7,1 que causou graves desabamentos e deixou várias pessoas presas em um centro comercial na cidade de Kashima. A emissora NHK reportou que pessoas ficaram presas no piso de um shopping desmoronado, enquanto a rede TBS se referiu a um 'número considerável de mortes'. Autoridades locais ainda contabilizam os danos, mas os primeiros relatos indicam extensa destruição.

Mobilização militar e evacuação em massa

O governo japonês ordenou a pronta mobilização das Forças de Autodefesa para auxiliar nas operações de resgate e busca. Os 3,6 mil militares se somam a equipes de bombeiros e voluntários que atuam nos escombros. Cerca de 300 mil pessoas foram evacuadas das áreas de risco, após um alerta de tsunami que foi posteriormente cancelado. Apesar do cancelamento, as autoridades mantêm a recomendação de cautela nas regiões costeiras.

Impacto nos transportes e na indústria

O tremor interrompeu serviços de transporte, incluindo linhas de trem e rodovias, isolando temporariamente algumas comunidades. A indústria de semicondutores, vital para a economia local, também foi afetada, com fábricas suspendo operações para avaliação de danos. O terremoto ocorreu em uma região conhecida por sua atividade sísmica, mas a magnitude e a localização rasa do epicentro agravaram os efeitos.

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Resgate e próximos passos

Equipes de resgate trabalham contra o tempo para localizar sobreviventes no shopping desabado em Kashima. A NHK mostrou imagens de equipes removendo destroços manualmente e com maquinário. O governo prometeu recursos adicionais para a reconstrução. Especialistas alertam para a possibilidade de réplicas, que podem complicar ainda mais as operações. A prioridade é salvar vidas e garantir abrigo para os desabrigados.

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